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	<title>iRegistradores &#187; CNJ</title>
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	<description>Conectando Registros e Pessoas</description>
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		<title>CNJ recruta voluntários para participar do Programa de Modernização dos Registros de Imóveis dos Estados que compõem a Amazônia Legal</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 13:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa ARISP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até 22 de novembro, oficiais e escreventes dos Registros de Imóveis de todo o país poderão se inscrever para participar como voluntários da Força-Tarefa de Apoio às Atividades de Registro de Imóveis do Estado do Pará. Serão selecionados 208 voluntários para visitar as serventias registrais do Estado, fazer um diagnóstico e cooperar na capacitação dos funcionários das unidades cartoriais, mediante intercâmbio de prática registral. A expectativa é melhorar os serviços e a segurança dos registros de imóveis urbanos e rurais no Estado.
A iniciativa está sendo organizada pelo Comitê Executivo Nacional do Fórum de Assuntos Fundiários, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Até 22 de novembro, oficiais e escreventes dos Registros de Imóveis de todo o país poderão se inscrever para participar como voluntários da Força-Tarefa de Apoio às Atividades de Registro de Imóveis do Estado do Pará. Serão selecionados 208 voluntários para visitar as serventias registrais do Estado, fazer um diagnóstico e cooperar na capacitação dos funcionários das unidades cartoriais, mediante intercâmbio de prática registral. A expectativa é melhorar os serviços e a segurança dos registros de imóveis urbanos e rurais no Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa está sendo organizada pelo Comitê Executivo Nacional do Fórum de Assuntos Fundiários, do CNJ, em parceria com a UniRegistral &#8211; Universidade de Registro de Imóveis – entidade vinculada à ARISP &#8211; Associação dos Registradores Imobiliários do Estado de São Paulo – e com o Tribunal de Justiça do Estado do Pará. As inscrições já podem ser feitas pelo portal da UniRegistral (<a href="http://www.uniregistral.com.br/inscricao/para/" target="_blank"><span style="color: #000000;"><strong>clique aqui</strong></span></a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Os voluntários selecionados estarão no Pará de 5 a 9 de dezembro e devem participar de reuniões preparatórias antes do embarque. Todas as despesas de viagem serão custeadas pelo Programa de Modernização dos Cartórios de Registro de Imóveis da Amazônia Legal, que foi estabelecido por um termo de cooperação técnica entre o CNJ e o Ministério do Desenvolvimento Agrário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ensino a distância</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A ideia do treinamento surgiu quando o Comitê detectou as limitações tecnológicas da região Norte para a criação imediata de uma rede de ensino a distância (EaD). <em>&#8220;É paradoxal que um lugar distante, em que o ensino a distância poderia ser a solução, tenhamos áreas sem acesso a internet ou TV. As aulas presenciais também são inviáveis pela dificuldade de deslocamento entre os municípios onde o transporte é o barco ou por estradas de terra&#8221;</em>, explicou o juiz Marcelo Berthe, integrante do Comitê Executivo Nacional do Fórum de Assuntos Fundiários.</p>
<p style="text-align: justify;">Berthe ressaltou que os resultados da iniciativa serão avaliados. <em>&#8220;Se conseguirmos alcançar os objetivos propostos pelo diagnóstico e pela capacitação, provavelmente, vamos propor uma segunda edição da Força-Tarefa&#8221;</em>, disse. Depois do treinamento, os voluntários retornarão aos seus Estados de origem e deverão atuar, em cada local, como padrinhos dos cartórios visitados, respondendo às dúvidas que surgirem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Intercâmbio</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Após esse primeiro contato, o voluntário poderá ser acionado como um ponto de consulta, caso haja necessidade. Com esse intercâmbio, conseguiremos transformar a troca de experiências em conhecimento&#8221;</em>, afirmou Antonio Carlos Alves Braga Junior, juiz auxiliar da presidência do CNJ.</p>
<p>No diagnóstico a ser realizado, os oficiais e escreventes deverão observar o estado de conservação do acervo, bem como questões relacionadas a número de funcionários, equipamentos de informática, instalações e velocidade de conexão com a internet, por exemplo.</p>
<p>A participação dos oficiais e prepostos do Estado de São Paulo foi devidamente autorizada pela Egrégia Corregedoria Geral da Justiça do Estado.</p>
<p>Os voluntários receberão certificado expedido pelo CNJ como “Relevante Serviço Público”.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: CNJ</p>
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		<title>3º encontro do Café com Jurisprudência aborda o tema &#8220;Repositórios Eletrônicos&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 21:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa ARISP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 19 de setembro, na sede da Escola Paulista de Magistratura (EPM), aconteceu o terceiro encontro do &#8220;Café com Jurisprudência&#8221;. O ciclo de debates é organizado pela EPM em parceria com a UniRegistral – Universidade Corporativa do Registro, e está em sua terceira edição.
Para abordar o tema &#8220;Repositórios Eletrônicos&#8221;, o auditório recebeu o juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Antônio Carlos Alves Braga Junior.
Proposições
Na abertura de sua explanação, Alves Braga Junior ressaltou a importância do evento para o debate e a fomentação de motes inerentes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 19 de setembro, na sede da <a href="http://www.epm.sp.gov.br/" target="_blank">Escola Paulista de Magistratura</a> (EPM), aconteceu o terceiro encontro do &#8220;Café com Jurisprudência&#8221;. O ciclo de debates é organizado pela EPM em parceria com a <a href="http://www.uniregistral.com.br/" target="_blank">UniRegistral – Universidade Corporativa do Registro</a>, e está em sua terceira edição.</p>
<p style="text-align: justify;">Para abordar o tema &#8220;Repositórios Eletrônicos&#8221;, o auditório recebeu o juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Antônio Carlos Alves Braga Junior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Proposições</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na abertura de sua explanação, Alves Braga Junior ressaltou a importância do evento para o debate e a fomentação de motes inerentes a registradores e notários: <em>&#8220;Esse ciclo de palestras do Café com Jurisprudência é especialmente interessante para nós&#8221;</em>, disse ele. <em>&#8220;Estamos construindo a regulamentação do registro eletrônico e da gestão documental como regra que abrangem documentos físicos e que se ampliará para os registros eletrônicos. A idéia é formar uma espinha dorsal com infra-estrutura suficiente para gestão documental.&#8221;</em> O juiz auxiliar do CNJ explicou que, com isso, espera editar um documento que estabeleça um rumo para trabalhar com documentação eletrônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Como assunto introdutório, Alves Braga Junior propôs a retomada de argumentos já vistos anteriormente em outros encontros do evento, a exemplo da questão da validade dos documentos eletrônicos e digitalizados. Assim, levantou uma única proposição:</p>
<ul>
<li>Documento assinado digitalmente goza da mesma presunção de um documento lavrado por um tabelião?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Lançado o tema, o expositor fez uma explanação, amparando-se na Lei de Registros Públicos, especificamente a atribuição dos tabeliães e na regulamentação da ICP Brasil que se dá por meio de Medida Provisória.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contendas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de dar início ao debate com as manifestações do público presente, o Desembargador Luís Paulo Aliende Ribeiro imprimiu sua satisfação com relação ao alto nível dos temas e dos palestrantes reunidos no Café com Jurisprudência.</p>
<p style="text-align: justify;">Outrossim, o Desembargador demonstrou sua preocupação com relação a uma possível digitalização dos acervos físicos existentes nos cartórios: <em>&#8220;Trabalhar com o documento natudigital nos parece simples, pois ele já nasce original. Agora eu pergunto: a digitalização de um acervo viria a substituir esse acervo original em meio físico por um acervo digitalizado de cópias? Então o que fazer com os acervos físicos e como vamos trabalhar daqui pra frente?&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">A proposição de Antônio Carlos Alves Braga Junior divide opiniões. Paulo Roberto de Carvalho Rêgo, 1º Oficial de Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de São Paulo, fala sobre a falta de segurança jurídica que pode existir se os notários e registradores passarem a digitalizar seus acervos.</p>
<p style="text-align: justify;">O palestrante lembra que a migração de um meio para o outro é inevitável. <em>&#8220;O sistema operacional já é todo digital. Não dá para conjeturar de outra forma. Precisamos discutir a melhor maneira de fazê-lo e a segurança jurídica, porque tecnologia temos de sobra.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sufrágio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pela complexidade e amplitude do tema, a discussão tomou as duas horas destinadas ao encontro. Por isso, o mote principal do dia, &#8220;Repositórios Eletrônicos&#8221;, foi transferido para o dia 7 de novembro, quando será encerrada a 3ª edição do Café com Jurisprudência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Impressões</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre a possibilidade de se desfazer do papel, o mediador Braga Junior refletiu: <em>&#8220;Embora seja cultural na história dos registradores e notários, hoje é uma tentação muito grande se desfazer do papel porque o espaço destinado a armazenamento é infindável, o custo desses arquivos é altíssimo, fora a dificuldade do manuseio e preservação, enfim. Eu acredito que mesmo que houver legislação determinando o fim de tais acervos, as opiniões vão se dividir e muita gente ainda vai querer guardar só por garantia.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Sabemos que há o interesse em digitalizar sim todo o acervo. Isso teria sido a salvação no conhecido caso de São Luiz do Paraitinga. Ter esses documentos digitalizados ajudaria muito. Mas, e agora, onde está esse original? Eu sugiro que nas transações deveríamos devolver o original para a parte&#8221;</em>, manifestou Otávio José de Oliveira Fairbanks, Oficial de Registro de Imóveis de Pontal/SP.</p>
<p style="text-align: justify;">Sérgio Jacomino, 5º Oficial de Registro de Imóveis da Capital, considera interessante a sugestão do colega registrador e completa: <em>&#8220;É possível construir uma exegese de se devolver o original para a parte desde que se encontre um eixo para migrar essa mídia com segurança.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Além dos debatedores, ilustres convidados compuseram a banca e participaram ativamente das discussões. Foram eles:  o também juiz auxiliar do CNJ Marcelo Martins Berthe, o desembargador Luís Paulo Aliende Ribeiro (mediador do encontro), e a juíza coordenadora nomeada pela EPM, Tânia Mara Ahualli.</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>Próximo encontro</p>
<p style="text-align: justify;">Data: 3 de outubro.<br />
Início: 10h.<br />
Término: 12h.<br />
Local: Sede da EPM (Rua Consolação, 1423 – 1º andar)<br />
Tema: “Infraestrutura de Chaves públicas e E-Ping”.<br />
Professor convidado: Manuel Matos.</p>
</blockquote>
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		<title>Workshop Registro Torrens &#8211; Registros públicos confiáveis têm impacto na economia</title>
		<link>http://registradores.org.br/workshop-registro-torrens-registros-publicos-confiaveis-tem-impacto-na-economia/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 11:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa ARISP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segurança jurídica dos sistemas registrais, a certeza, a previsibilidade e a inatacabilidade são elementos que podem ter impacto importante na economia. Essa foi uma das conclusões de especialistas em registros públicos do Brasil e do exterior reunidos, em Brasília, no workshop &#8220;Registro Torrens: Ferramenta para a Regularização Fundiária da Amazônia Legal?&#8221;, realizado na quinta (29/09) e sexta-feira (30/09) da semana passada.
Para os debatedores é fundamental estudar alternativas para promover a regularização fundiária no Brasil, como a adoção do Registro Torrens e de Registros de Direitos que confiram maior segurança ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A segurança jurídica dos sistemas registrais, a certeza, a previsibilidade e a inatacabilidade são elementos que podem ter impacto importante na economia. Essa foi uma das conclusões de especialistas em registros públicos do Brasil e do exterior reunidos, em Brasília, no workshop &#8220;Registro Torrens: Ferramenta para a Regularização Fundiária da Amazônia Legal?&#8221;, realizado na quinta (29/09) e sexta-feira (30/09) da semana passada.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os debatedores é fundamental estudar alternativas para promover a regularização fundiária no Brasil, como a adoção do Registro Torrens e de Registros de Direitos que confiram maior segurança à titularidade de bens imóveis urbanos e rurais. Eles explicaram os motivos do Brasil não utilizar esses recursos, comuns em países com bons sistemas registrais, e as conseqüências diretas na economia e na vida dos cidadãos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Sistema Torrens foi introduzido no Brasil por Rui Barbosa em 1891. Essa ferramenta jurídica foi utilizada com sucesso na Austrália, Nova Zelândia e em diversas colônias francesas e inglesas no século XIX, mas não teve o mesmo êxito no Brasil. Apesar dessas experiências bem sucedidas no exterior, atualmente esse mecanismo não é muito difundido no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O palestrante Celso Fernandes Campilongo, professor titular da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, ressaltou a importância de um bom sistema de Registros Públicos que promova segurança jurídica e certeza como fatores que promovem o desenvolvimento econômico e social. Ele demonstrou que a falta de segurança jurídica e de informações confiáveis sobre bens imóveis gera impactos no sistema econômico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os bancos, por exemplo, cobram juros mais altos porque um imóvel dado em garantia de um financiamento pelo atual proprietário pode ser no futuro penhorado em decorrência de obrigações tributárias de responsabilidade do ex-dono. Essa situação pode ocorrer porque os serviços de registro no Brasil não concentram todas as informações relevantes na matrícula dos bens imóveis. Sem a garantia de poder executar o bem em caso de descumprimento do contrato, as instituições financeiras elevam as taxas de juro porque correm o risco de não receberem.</p>
<p style="text-align: justify;">O registrador espanhol Fernando Méndez González, autor de diversos artigos e livros publicados sobre o tema no Brasil e no exterior, também destacou o papel dos registros públicos na fundamentação econômica dos direitos de propriedade. Para ele, um bom sistema de registro de direitos tem mecanismos para assimilar informações relevantes, como garantias reais, que assegurem a titularidade do bem. <em>&#8220;Independente do sistema registral escolhido por um dado país, ele deve garantir os direitos do adquirente e dar segurança jurídica para que as transações ocorram com previsibilidade e certeza. Quando a confiança dos bancos aumenta, os juros caem&#8221;</em>, exemplifica.</p>
<p style="text-align: justify;">O 5º Oficial de Registro de Imóveis da Capital do Estado de São Paulo e especialista em Direito Registral pela Universidade de Córdoba, na Espanha, Sérgio Jacomino, também concorda com a abordagem.  <em>&#8220;A balburdia fundiária, tantas vezes denunciada, é um elemento perturbador da economia e contribui para fragilizar as propriedades e as garantias de crédito já que os direitos podem se esfarelar de uma hora para outra, em decorrência de anulação dos registros&#8221;</em>, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No Brasil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Sérgio Jacomino, o Sistema Torrens não se adaptou às tradições jurídicas brasileiras porque não foram feitas as devidas adaptações à realidade local. <em>&#8220;O notariado brasileiro não participou do processo de criação e implantação do Sistema Torrens no país e acabou declarando guerra ao sistema. Citando Pontes de Miranda, Jacomino disse que faltou a Rui Barbosa a percepção de que deveria promover a reconcepção da ferramenta australiana para o ambiente jurídico brasileiro. O desafio agora é conhecer as virtudes do sistema e saber se este instituto pode representar uma solução prática, eficaz e barata para as necessidades econômicas e sociais do país, como previu Rui Barbosa&#8221;</em>, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra dificuldade é que a legislação determinava o registro nos livros do sistema Torrens e na forma convencional. <em>&#8220;Essa duplicidade gerou burocracia, maiores custos, confusões e ambiguidades&#8221;</em>, disse.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Impressões</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;O workshop conseguiu aprofundar o debate e demonstrar que o Registro Torrens é um instrumento que pode ser bem utilizado para o fim a que se propõe. Creio que o conhecimento e as experiências trazidos pelos professores europeus são compatíveis com o que buscamos para a solução dos nossos problemas na região Norte. Ou seja, o Registro Torrens pode ser uma ferramenta importante, mas somente a prática vai poder comprovar sua adequação à nossa realidade. Teoricamente, vimos que ele pode ser bem aproveitável naquela região&#8221;</em>, declarou Marcelo Martins Berthe, juiz auxiliar da Presidência do CNJ e coordenador do Comitê Executivo do Fórum de Assuntos Fundiários.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Corregedor-Geral da Justiça do Estado de Mato Grosso, Desembargador Márcio Vidal, o workshop serviu como aprendizado e reflexão. <em>&#8220;Nesse primeiro momento vejo como um reestudo ao instituto do Registro de Torrens e a toda parte histórica. E aí surge a grande indagação: é possível implantar esse sistema no atual estágio econômico da sociedade brasileira? Essa é uma indagação que vamos nos debruçar para termos a viabilidade ou não de implantação e com reflexo obviamente no campo econômico. Vivemos hoje uma economia globalizada, numa era da desmaterialização, então precisamos ver o que levou ao insucesso desse registro no século passado, o que levou ao sucesso dele em outros países aqui mencionados. É um momento de aprendizado e de grande reflexão em procurar &#8211; se for viável &#8211; adequar a legislação vigente para solucionarmos grandes problemas fundiários na Amazônia Legal.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Fiquei surpreso com o resgate de uma instituição de mais de 120 anos para resolver um problema absolutamente atual, não que o problema da questão fundiária não fosse histórico, mas resgatá-lo para solução de problemas em pleno ano 2011 é algo que realmente surpreende. Essa surpresa demonstra a grandeza desse instituto que á tão antigo e tão fantástico. Trazê-lo e adequá-lo a tecnologia disponível hoje talvez seja a grande saída. O problema fundiário, sobretudo na Amazônia Legal, é o grande empecilho do desenvolvimento da região norte. A segurança jurídica que a regularização fundiária proporciona é, com certeza, uma das grandes molas propulsoras para o desenvolvimento local&#8221;</em>, exaltou Rinaldo Forti Silva, juiz auxiliar da Corregedoria Geral de Justiça de Rondônia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Workshop</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O workshop &#8220;Registro Torrens: Ferramenta para a Regularização Fundiária da Amazônia Legal?&#8221; foi organizado pelo Comitê Executivo do Fórum de Assuntos Fundiários contou com a parceria da Universidade do Registro de Imóveis (Uniregistral) e do Centro Internacional de Direito Registral (Cinder) – entidade internacional sediada em Madri que reúne mais de 40 países europeus e americanos e tem como secretário-geral o jurista espanhol Nicolás Nogueroles, palestrante do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a iniciativa, o CNJ espera estimular o estudo e a análise de vários sistemas de registro praticados ao redor do mundo com vistas a contribuir para a resolução do problema da indefinição da propriedade, principalmente na Amazônia Legal. Nesta região, questões como indefinição dos direitos sobre as terras, fraudes agrárias, títulos sem registro e posses ilegais estão contribuindo para o aumento de conflitos pela disputa de terras gerando a violência no campo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Registro Torrens</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Registro de Torrens é diferenciado porque, uma vez efetivado, atribui ao titular um título com força probante absoluta, representativo dos direitos, não admitindo prova em sentido contrário. Trata-se de um sistema que prestigia a chamada &#8220;fé pública registral&#8221;, que concentra as informações relevantes na matrícula e  assegura a inatacabilidade dos direitos inscritos. Essas são as características essenciais de um bom sistema registral &#8211; como existem na Alemanha, Espanha, Austrália e em muitos outros países.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, esse registro somente se concretiza depois de um processo judicial rigoroso especificado em lei (Lei n. 6.015/73, arts. 277 e seguintes). O processo se inicia no Cartório de Registro de Imóveis e se completa com a homologação judicial. Segundo os participantes, a intervenção judicial empresta ao registro o caráter de firmeza, certeza e inatacabilidade dos direitos inscritos.</p>
<ul>
<li>Confira abaixo fotos do evento.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3874.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9954" title="3874" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3874-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3875.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9955" title="3875" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3875-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3884.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9956" title="3884" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3884-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3910.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9957" title="3910" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3910-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3914.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9958" title="3914" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3914-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3929.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9959" title="3929" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3929-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3935.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9960" title="3935" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3935-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3939.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9961" title="3939" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3939-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3945.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9962" title="3945" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3945-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/torrens-049.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9963" title="049" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/torrens-049-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/torrens-058.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9964" title="058" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/torrens-058-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/torrens-068.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9965" title="068" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/torrens-068-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3949.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9966" title="3949" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/IMG_3949-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/torrens-060.jpg" rel="lightbox[9938]"><img class="alignnone size-medium wp-image-9967" title="060" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/10/torrens-060-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: CNJ</p>
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		<title>Workshop sobre Registro Torrens aborda a relação entre Direito e Economia</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 21:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa ARISP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sobre &#8220;Segurança Jurídica – fator de desenvolvimento econômico e social&#8221;, falou ao público o professor Celso Fernandes Campilongo, associado da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, professor doutor pela PUC/SP, coordenador de curso de extensão da Sociedade Brasileira de Direito Público e coordenador acadêmico dos grupos de extensão universitária Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU-USP) e Núcleo de Direito à Cidade (Departamento Jurídico XI de Agosto).
&#8220;Tratarei do sistema jurídico como de economia com sistemas de comunicação que operam com critérios próprios, específicos. Direito e economia são formas distintas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sobre &#8220;Segurança Jurídica – fator de desenvolvimento econômico e social&#8221;, falou ao público o professor Celso Fernandes Campilongo, associado da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, professor doutor pela PUC/SP, coordenador de curso de extensão da Sociedade Brasileira de Direito Público e coordenador acadêmico dos grupos de extensão universitária Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU-USP) e Núcleo de Direito à Cidade (Departamento Jurídico XI de Agosto).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Tratarei do sistema jurídico como de economia com sistemas de comunicação que operam com critérios próprios, específicos. Direito e economia são formas distintas de comunicação, e isso não implica que não exista relação entre um e outro. A economia se vale de uma técnica distinta do Direito, mas uma pode prestar relevantes serviços à outra&#8221;</em>, encetou o professor.</p>
<p style="text-align: justify;">A palestra esmiuçou a ligação existente entre Direito e Economia: <em>&#8220;dois institutos: contrato e propriedade desempenham um papel central. Contrato e propriedade são figuras comuns ao sistema jurídico e ao sistema econômico. Desempenham diferentes papéis em cada âmbito, mas fazem entre si uma conexão. Neste ponto, contrato e propriedade, passam a ser formas complementares que dão garantia e segurança de um lado e liquidez do outro.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Campilongo, em meados do século 19 o sistema jurídico era pensado <em>&#8220;como uma espécie de ilha de segurança, reduto diante do qual, face às incertezas, fosse capaz o Direito com seus mecanismos formais, de oferecer à sociedade, certeza, segurança e estabilidade. Porém, a partir do século 20, as lacunas foram ficando cada vez mais perceptíveis e a insegurança passou a ser percebida como característica interna do Jurídico.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;No momento contemporâneo, a impressão que se tem, é que somos a sociedade do risco, das incertezas. Vivemos um momento no qual tanto o sistema jurídico é percebido como incerto, variável, como também a economia é caracterizada por essas contingências&#8221;</em>, exprimiu o expositor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, <em>&#8220;institutos jurídicos têm o condão de multiplicar as possibilidades de atividade econômica, e o registro imobiliário se insere nesse contexto, como multiplicação de atividade econômica e dinamização da atividade de mercado.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Celso Fernandes Campilongo encerrou sua incisiva participação: <em>&#8220;A confusão fundiária, o caos fundiário mostram o quanto a insegurança jurídica pode provocar dificuldade para a atividade econômica. É enorme a possibilidade de ao invés de desenvolvimento, a resposta seja a estagnação. Se de um lado, positivo, o Direito pode ampliar as possibilidade de comunicação econômica, da perspectiva negativa vista hoje em dia, acontece o oposto: temos o Direito funcionando como bloqueador da evolução econômica.&#8221;</em></p>
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		<title>Registrador espanhol ministra palestra sobre Fundamentação Econômica dos Direitos de Propriedade</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 18:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa ARISP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda palestra do workshop sobre regularização fundiária da Amazônia Legal foi ministrada por Fernando P. Mendéz González, Registrador em Barcelona, ex-decano do Colégio de Registradores da Propriedade Imobiliária da Espanha, autor de diversos artigos e livros publicados no Brasil e na Espanha, e teve como tema central a &#8220;Fundamentação Econômica dos Direitos de Propriedade: o papel dos Registros Públicos&#8221;.
A exposição do Registrador Espanhol foi traduzida simultaneamente aos presentes por meio de transmissores sem fio, permitindo a compreensão geral do público participante.
González iniciou seus escólios com a indagação: &#8220;Qual é ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A segunda palestra do workshop sobre regularização fundiária da Amazônia Legal foi ministrada por Fernando P. Mendéz González, Registrador em Barcelona, ex-decano do Colégio de Registradores da Propriedade Imobiliária da Espanha, autor de diversos artigos e livros publicados no Brasil e na Espanha, e teve como tema central a &#8220;Fundamentação Econômica dos Direitos de Propriedade: o papel dos Registros Públicos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição do Registrador Espanhol foi traduzida simultaneamente aos presentes por meio de transmissores sem fio, permitindo a compreensão geral do público participante.</p>
<p style="text-align: justify;">González iniciou seus escólios com a indagação: <em>&#8220;Qual é o grau de proteção efetiva do Direito? Determinados direitos estão protegidos por uma regra de propriedade, certo?&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Utilizando como exemplo uma situação comum onde duas pessoas disputam um mesmo bem, continuou: <em>&#8220;Começo a falar sobre o Direito de Propriedade: ele existe porque os bens são escassos, então competimos entre nós para conseguirmos tal bem. O que o Estado faz é baratear os custos para que o Direito de Propriedade esteja ao alcance de mais pessoas.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, nesse tipo de relação é necessário o consentimento de ambas as partes, o que pode ser complexo. <em>&#8220;Seria então conveniente ao Estado facilitar as transações de tal maneira que os Direitos perderiam seu valor? Perderiam em segurança, mas ganhariam em liquidez.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fernando P. Mendéz González traçou diversos paralelos entre diferentes países todavia definiu o papel dos Registros Públicos como um todo e definiu liquidez e segurança como os pontos mais importantes: <em>&#8220;Pode existir Estado sem propriedade, de fato temos muitos exemplos. O que não pode existir é propriedade sem Estado. Não existe Direito de Propriedade sem Estado. A função é permitir uma exploração eficiente dos recursos, é um mecanismo conhecido que permite uma exploração eficiente desses recursos. Eu acredito que temos que incentivar as bases geográficas. Afinal o que temos que ter claro é que o registro trabalha para o mercado e conseguir que os bens sejam mais líquido, mais seguros e, portanto mais valiosos. A finalidade do registro não deve ser aquela que satisfaça o burocrata, e sim o mercado. Os sistemas de registro estão para satisfazer as necessidades do mercado. Esta é a direção que devemos seguir.&#8221;</em></p>
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		<title>A questão fundiária na Amazônia Legal foi mote de abertura do workshop Registro Torrens</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 20:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa ARISP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Teve início hoje pela manhã, na Sala de Sessões da 2ª Turma do STF, o workshop “Registro Torrens – Ferramenta para a Regularização Fundiária da Amazônia Legal?”.
Marcelo Martins Berthe e Antonio Carlos Alves Braga Junior, juízes auxiliares da presidência do CNJ, abordaram a questão fundiária na Amazônia Legal e o papel do Fórum de Assuntos Fundiários do CNJ, do qual fazem parte.
&#8220;A situação no Estado do Pará é muito grave e exige que encontremos solução. Muitas foram as formas que nós pensamos e nos debruçamos para buscar uma solução segura, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Teve início hoje pela manhã, na Sala de Sessões da 2ª Turma do STF, o workshop “Registro Torrens – Ferramenta para a Regularização Fundiária da Amazônia Legal?”.</p>
<p style="text-align: justify;">Marcelo Martins Berthe e Antonio Carlos Alves Braga Junior, juízes auxiliares da presidência do CNJ, abordaram a questão fundiária na Amazônia Legal e o papel do Fórum de Assuntos Fundiários do CNJ, do qual fazem parte.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;A situação no Estado do Pará é muito grave e exige que encontremos solução. Muitas foram as formas que nós pensamos e nos debruçamos para buscar uma solução segura, que fosse duradoura, e que atendesse as necessidades da Amazônia Legal que reúne 9 Estados da Federação. Portanto a preocupação nos leva a ir buscando soluções e esse workshop vem com esse escopo: discutir a possibilidade do uso do Registro Torrens como uma ferramenta possível para a regularização fundiária dessas unidades federativas&#8221;</em>, encetou Marcelo Martins Berthe.</p>
<p style="text-align: justify;">Visando a reestruturação do serviço de registro de imóveis na Amazônia Legal, o CNJ celebrou importantes Acordos de Cooperação Técnica com o Ministério de Desenvolvimento Agrário, com o INCRA, com a AGU, com o Arquivo Nacional e com a Biblioteca Nacional, que foram lembrados durante a palestra: <em>&#8220;O trabalho é imenso, o desafio nosso e do CNJ é grande. Deve-se lançar a semente, plantar o que for possível e institucionalizar esse programa, contando com parcerias, de modo que se torne um programa permanente e que vá além do nosso tempo&#8221;</em>, almejou.</p>
<p style="text-align: justify;">Antonio Carlos Alves Braga Junior falou sobre as principais dificuldades encontradas na região amazônica quando se trata de regularização fundiária: &#8220;As dificuldades quando falamos do Extrajudicial na região amazônica são amplificadas pela extensão territorial, pela escassez de via de comunicação e dificuldade de fazer chegar a informação, pela falta de acesso a recursos tecnológicos, a impossibilitada atualização conhecimento por parte dos oficiais, etc.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, &#8220;essa reunião é de extrema valia para tratar as deficiências que não são exclusivas do Registro de Imóveis, mas de toda uma história.&#8221;</p>
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		<title>3º Curso de Iniciação na Atividade Registral e Notarial do Estado de São Paulo acontece em outubro</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 18:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa ARISP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[3º Curso de Iniciação na Atividade Registral e Notarial]]></category>
		<category><![CDATA[7º Concurso Público de Provas e Títulos]]></category>
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		<category><![CDATA[EPM]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Paulista de Magistratura]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[serventias extrajudiciais]]></category>

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		<description><![CDATA[A Escola Paulista da Magistratura, por seu Diretor, Desembargador Armando Sérgio Prado de Toledo, no bojo do programa EDUCARTORIO – Educação Continuada de Cartórios, convida os senhores aprovados no 7º Concurso Público de Provas e Títulos para a Outorga de Delegações de Notas e de Registro do Estado de São Paulo para participarem do 3º Curso de Iniciação na Atividade Registral e Notarial do Estado de São Paulo, que será realizado nos próximos dias 13 e 14 de outubro de 2011.
O curso objetiva fornecer bases para um maior conhecimento sobre ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Escola Paulista da Magistratura, por seu Diretor, Desembargador Armando Sérgio Prado de Toledo, no bojo do programa EDUCARTORIO – Educação Continuada de Cartórios, convida os senhores aprovados no 7º Concurso Público de Provas e Títulos para a Outorga de Delegações de Notas e de Registro do Estado de São Paulo para participarem do 3º Curso de Iniciação na Atividade Registral e Notarial do Estado de São Paulo, que será realizado nos próximos dias 13 e 14 de outubro de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso objetiva fornecer bases para um maior conhecimento sobre a estrutura jurídica, os principais procedimentos práticos nas atividades das Serventias Extrajudiciais, bem como estreitar o relacionamento com o Judiciário, aproximando as instituições e cumprindo recomendação do Conselho Nacional de Justiça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data</strong></p>
<p style="text-align: justify;">13 e 14 de outubro de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Local</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sede da EPM &#8211; Escola Paulista da Magistratura (Rua da Consolação, 1483 – 4º andar)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Das 9h às 18h.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inscrições</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De 1 a 11 de outubro de 2011, os interessados deverão:</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">1. Preencher ficha diretamente no site da EPM (<a href="http://www.epm.sp.gov.br/" target="_blank"><strong><span style="color: #000000;">clique aqui</span></strong></a>), acesse o menu Cursos, Inscrições, clicando no nome do curso (3º Curso de Iniciação na Atividade Registral e Notarial do Estado de São Paulo) e Abrir ficha para inscrição;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">2. Após o preenchimento e envio, será automaticamente remetido e-mail confirmando a inscrição;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">3. Comparecer nos dias e horários do curso no local acima mencionado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programação</strong></p>
<ul>
<li><strong>13 de Outubro</strong></li>
</ul>
<p><span style="text-decoration: underline;">9:00 horas</span> – ABERTURA</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Desembargador José Roberto Bedran  &#8211; Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Desembargador Maurício da Costa Carvalho Vidigal- Corregedor Geral de Justiça</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Desembargador Armando Sérgio Prado de Toledo &#8211; Diretor da Escola Paulista da Magistratura</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Professor Doutor João Grandino Rodas &#8211; Reitor da Universidade de São Paulo</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Integrantes da Banca do Concurso</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Presidentes das Entidades de Classe</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">10:00 às 12:00</span> &#8211; Ética Profissional dos Notários e Registradores</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Desembargador José Renato Nalini</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Desembargador Ricardo Henry Marques Dip</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">12:00 às 13:30</span> -  Almoço</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">13:30 às 15:00</span> &#8211; Atividades da Corregedoria Geral de Justiça no Plano das Unidades Extrajudiciais (Fiscalização, Aspecto Disciplinar, Aspecto Normativo, Orientação, Competência Recursal, Concursos Públicos)</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Walter Rocha Barone – Juiz Coordenador do Extrajudicial, Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Marcus Vinicius Rios Gonçalves – Juiz Auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">15:00 às 16:00</span> &#8211; Recursos Humanos e Política de Pessoal das Unidades</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">George Takeda – Registrador de Imóveis</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">José Carlos Alves – Tabelião de Protesto e Presidente do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil, seção São Paulo</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">16:00 às 16:30</span> &#8211; Intervalo</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">16:30 às 17:30</span> -  Administração e Gerenciamento Financeiro das unidades</p>
<p style="text-align: justify;">Ubiratan Pereira Guimarães – Tabelião de Notas e  Presidente do Colégio Notarial do Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">Beatriz Furlan – Tabeliã e Registradora Civil</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">17:30 às 18:30</span> &#8211; Sucessão Trabalhista e Previdenciária. Responsabilidade dos Notários e Registradores</p>
<p style="text-align: justify;">Luís Paulo Aliende Ribeiro –  Juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo e Coordenador de Cursos de Iniciação Funcional e Aperfeiçoamento do Extrajudicial</p>
<p style="text-align: justify;">Priscila de Castro Teixeira Pinto Lopes Agapito –  Tabeliã de Notas e Integrante da Banca do 7º Concurso</p>
<ul>
<li><strong>14 de Outubro de 2011</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">9:00 às 10:30</span> &#8211; Regime Emolumentar no Estado de São Paulo – Emolumentos, Custas e Contribuições (Lei Federal 10.169/2000, Lei 1060, de 1950, Lei Estadual 11.331/2002, Emolumentos, Gratuidade, isenção, imunidades, Recolhimento e Prazos)</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Roberto Maia Filho –  Juiz Auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Tânia Mara Ahualli –  Juíza do Tribunal de Justiça de São Paulo, Coordenadora de Cursos de Iniciação Funcional e Aperfeiçoamento do Extrajudicial da Escola Paulista da Magistratura e Coordenadora da Área de Registros Públicos</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">10:30 às 11:00</span> &#8211; Intervalo</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">11:00 às 12:00</span> &#8211; Atendimento ao Público &#8211; (Tratamento Diferenciado e Prioridades, Instalação Física do Cartório, Horário de Funcionamento, Acervo, Acessibilidade e Providências Correlatas)</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">José Maria Siviero –  Registrador de Títulos e Documentos e  Presidente do IRTDPJ</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">José Cláudio Murgillo – Registrador Civil e Presidente da Arpen – Associação de Registradores das Pessoas Naturais de São Paulo</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">12:00 às 13:30</span> &#8211; Almoço</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">13:30 às 15:00</span> -  Entidades de Classe. Fundo do Registro Civil e IPESP</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Francisco Márcio Ribas – Registrador Civil, Tabelião de Notas e Conselheiro da Carteira de Previdência das Serventias –I IPESP</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Patrícia André de Camargo Ferraz –  Registradora de Imóveis e Presidente da AnoregSP &#8211; Associação de Notários e Registradores do Estado de São Paulo</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">15:00 às 16:00</span> -  Informática, gestão documental eletrônica e Registro Eletrônico</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Flauzilino Araújo dos Santos –  Registrador de Imóveis e Presidente da ARISP &#8211; Associação dos Registradores Imobiliários do Estado de São Paulo</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Sérgio Jacomino –  Registrador de Imóveis e Diretor da Uniregistral &#8211; Universidade Corporativa do Registro de Imóveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">16:00 às 16:30</span> &#8211; Intervalo</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">16:30 às 17:30</span> &#8211; O CNJ e os Serviços Notariais e Registrais brasileiros</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Antonio Carlos Alves Braga Junior –  Juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo e Juiz-auxiliar da Presidência do CNJ.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Marcelo Martins Berthe –  Juiz Titular da Primeira Vara de Registros Públicos de São Paulo e  Juiz-auxiliar da Presidência do CNJ.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">17:30 às 18:00</span> &#8211; Considerações finais e encerramento</p>
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		<title>Cartórios do Pará vão criar fundo para financiar modernização</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 13:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa ARISP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Estado do Pará deverá criar um fundo para subsidiar a modernização dos cartórios e garantir a continuidade de ações que confiram mais segurança ao registro de imóveis rurais e urbanos. A proposta de criação foi apresentada pelo comitê executivo do Fórum de Assuntos Fundiários, do CNJ, e aprovada pelos cartórios do noroeste e oeste daquele Estado, em eventos recentes que discutiram o tema. Atualmente, as equipes do CNJ e do Tribunal de Justiça do Pará elaboram proposta de Projeto de Lei para instituição do referido fundo – a ser ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Estado do Pará deverá criar um fundo para subsidiar a modernização dos cartórios e garantir a continuidade de ações que confiram mais segurança ao registro de imóveis rurais e urbanos. A proposta de criação foi apresentada pelo comitê executivo do Fórum de Assuntos Fundiários, do CNJ, e aprovada pelos cartórios do noroeste e oeste daquele Estado, em eventos recentes que discutiram o tema. Atualmente, as equipes do CNJ e do Tribunal de Justiça do Pará elaboram proposta de Projeto de Lei para instituição do referido fundo – a ser enviado para a Assembleia Legislativa paraense.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apesar de não ter sido definida a forma de contribuição, a ideia é recolher um percentual sobre os ganhos dos cartórios que será aplicado, por exemplo, na capacitação dos profissionais da área e no custeio do Centro de Preservação e Restauração (CPeR) de documentos notariais, que está sendo criado em Belém. Cartórios pequenos também deverão receber parte do dinheiro do fundo, a ser destinado à manutenção e aperfeiçoamento das suas atividades com o objetivo de aprimorar o serviço prestado. Assim, o fundo serviria como uma ferramenta de compensação para os cartórios deficitários.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Modernização</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com essa iniciativa, o CNJ busca alternativas para garantir o financiamento e a continuidade das ações que estão em andamento com o intuito de modernizar os cartórios da Região Norte do país. O Programa de Modernização dos Cartórios de Registro de Imóveis da Amazônia Legal foi estabelecido por um termo de cooperação técnica entre o CNJ e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). Prevê a transferência de R$ 10 milhões ao Conselho, para a modernização das serventias extrajudiciais da Região Norte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;O projeto de modernização dos cartórios é de longo prazo e temos que garantir a continuidade de ações permanentes como educação e preservação dos documentos. Por isso, o comitê está fomentando a institucionalização dos projetos e a sua viabilidade econômica. As mudanças que estão em curso devem continuar, independentemente dos gestores atuais&#8221;</em>, explicou o juiz Marcelo Berthe, integrante do comitê executivo do Fórum de Assuntos Fundiários do CNJ.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Grupo</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ele lembrou que a primeira iniciativa para institucionalizar o projeto de modernização dos cartórios foi a criação do Grupo Executivo de Apoio às Atividades Registrais e Notariais (GC-9), formado pelo CNJ e nove corregedorias-gerais dos Estados da Amazônia Legal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sobre possíveis resistências dos grandes cartórios em repassar recursos para o fundo, Marcelo Berthe disse que eles compreenderam que é mais barato contribuir com esse mecanismo para garantir as atividades em curso. <em>&#8220;Os cartórios receberam investimentos em capacitação e informática, mas é preciso garantir a manutenção desses avanços. Assim, é mais barato compartilhar custos e contribuir para o funcionamento de um sistema de registro seguro do que arcar com tudo sozinho&#8221;</em>, explicou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: CNJ</span></p>
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		<title>Corregedoria Geral da Justiça do Pará realiza Seminário de Direito Notarial e Registral</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 16:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa ARISP</dc:creator>
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O Tribunal de Justiça do Pará, por meio da Corregedoria de Justiça das Comarcas do Interior, abriu ontem, 15 de setembro, em Santarém/PA, o I Seminário de Direito Notarial e Registral, coordenado pela Desembargadora Maria de Nazaré Gouveia dos Santos, Corregedora das Comarcas do Interior.
As atividades do seminário integram o Termo de Cooperação celebrado com o CNJ, objetivando a adequação dos cartórios de registros ao melhor atendimento às suas finalidades, para o que se faz necessária a reciclagem e atualização quanto às leis e regras que estão modernizando e tornando ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="attachment_9766" class="wp-caption alignleft" style="width: 213px"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/09/tjpaseminario1.jpg" rel="lightbox[9753]"><img title="tjpaseminario1" class="size-full wp-image-9766" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/09/tjpaseminario1.jpg" alt="" width="203" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa oficial do I Seminário de Direito Notarial e Registral em Santarém/PA.</p></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">O Tribunal de Justiça do Pará, por meio da Corregedoria de Justiça das Comarcas do Interior, abriu ontem, 15 de setembro, em Santarém/PA, o I Seminário de Direito Notarial e Registral, coordenado pela Desembargadora Maria de Nazaré Gouveia dos Santos, Corregedora das Comarcas do Interior.</div>
<div style="text-align: justify;">As atividades do seminário integram o Termo de Cooperação celebrado com o CNJ, objetivando a adequação dos cartórios de registros ao melhor atendimento às suas finalidades, para o que se faz necessária a reciclagem e atualização quanto às leis e regras que estão modernizando e tornando mais eficientes as atividades que desenvolvem.</div>
<div style="text-align: justify;">Na abertura, a Desembargadora Nazaré Gouveia saudou os presentes, destacou a importância do debate sobre as questões cartorárias e informou aos presentes sobre o projeto de modernização dos cartórios de registros de imóveis.</div>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<div id="attachment_9768" class="wp-caption alignright" style="width: 213px"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/09/tjpaseminario3.jpg" rel="lightbox[9753]"><img title="tjpaseminario3" class="size-full wp-image-9768" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/09/tjpaseminario3.jpg" alt="" width="203" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">Flauzilino Araújo dos Santos proferiu a palestra magna do seminário.</p></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">Os trabalhos tiveram início com a palestra ministrada por Flauzilino Araújo dos Santos, 1º Oficial de Registro de Imóveis da Capital do Estado de São Paulo e presidente da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP), que abordou o tema &#8220;A Lei dos Registros Públicos e a Gratuidade&#8221;, seguida de debate.</div>
<div style="text-align: justify;">No período da tarde, a Desembargadora Nazaré Gouveia e a Juíza Auxiliar da Corregedoria do Interior Kátia Parente Sena, repassaram informações sobre a realização das oficinas, destinadas a magistrados, registradores, notários, promotores, defensores públicos, funcionários do TJ/PA e serventuários dos cartórios.</div>
<div style="text-align: justify;">A primeira oficina (A) aconteceu ontem e teve como tema &#8220;Registro Imobiliário – georeferenciamento, questões fundiárias e assuntos correlatos&#8221;, com a coordenação de Flauzilino Araújo dos Santos, mediação dos Juízes Auxiliares da Presidência do CNJ Marcelo Berthe e Antonio Carlos Alves Braga Junior, e como debatedores Cleomar Carneiro de Moura e José Antonio de Paula Santos.</div>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<div id="attachment_9767" class="wp-caption alignleft" style="width: 213px"><a href="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/09/tjpaseminario2.jpg" rel="lightbox[9753]"><img title="tjpaseminario2" class="size-full wp-image-9767" src="http://registradores.org.br/wp-content/uploads/2011/09/tjpaseminario2.jpg" alt="" width="203" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">Desembargadora Nazaré Gouveia em discurso de abertura do seminário promovido pelo TJ/PA.</p></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">Na sequência dos trabalhos, hoje pela manhã, foi ministrada palestra aberta ao público sobre o tema &#8220;Reserva Legal e sua averbação, limite constitucional e a questão imobiliária no Pará&#8221;, proferida pelo Dr. José Benatti. Também serão ministradas mais duas oficinas (B e C) destinadas a magistrados, registradores, notários, promotores, defensores públicos, funcionários do TJ/PA e serventuários dos cartórios. A Oficina B tratará do &#8220;Registro Civil&#8221;, sob a coordenação de José Antonio de Paula Santos, tendo como mediadora a Juíza Corregedora das Comarcas do Interior Kátia Parente Sena e, na condição de debatedores João Mendonça Alho, Waltencir Alves Gonçalves e o representante da Defensoria Pública. A Oficina C, sobre &#8220;Títulos e Documentos – Registro das ONGs e suas normas e outros registros&#8221;, terá a coordenação de Marcelo Berthe, será mediada por Antonio Carlos Alves Braga Junior e terá como debatedores o representante do Ministério Público, Pedro Evaldir Ferreira Vieira e Geraldo Sirotheau.</div>
<div style="text-align: justify;">O período vespertino contará com a apresentação dos resultados das oficinas, troca de informações e recomendações da Corregedoria, sob a coordenação da Desembargadora-Corregedora Nazaré Gouveia e participação dos representantes das Oficinas A, B e C, respectivamente Flauzilino Araújo dos Santos, José Antonio de Paula Santos e Marcelo Berthe. A programação será encerrada com a apresentação da Divisão de Fiscalização Extrajudicial do TJ/PA por Leonardo Soares de Abreu e o relatório das conclusões do Seminário.</div>
<div style="text-align: justify;">Fonte: TJ/PA</div>
</div>
</div>
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		<title>Manual orientará cartórios sobre preservação de documentos</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 14:04:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa ARISP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dentro de 30 dias, técnicos da Biblioteca Nacional e do Arquivo Nacional vão apresentar aos membros da comissão criada para reorganizar os documentos cartoriais brasileiros um conjunto de orientações que deverão dar origem a um manual a ser seguido pelos cartórios do país para a produção e conservação de documentos físicos e eletrônicos. Coordenada pelo CNJ, a comissão tem a missão de elaborar esse manual de conduta para os cartórios extrajudiciais até o final deste ano.
&#8220;Nossos documentos estão se tornando eletrônicos sem uniformização, sem norma. E como o trânsito dessas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dentro de 30 dias, técnicos da Biblioteca Nacional e do Arquivo Nacional vão apresentar aos membros da comissão criada para reorganizar os documentos cartoriais brasileiros um conjunto de orientações que deverão dar origem a um manual a ser seguido pelos cartórios do país para a produção e conservação de documentos físicos e eletrônicos. Coordenada pelo CNJ, a comissão tem a missão de elaborar esse manual de conduta para os cartórios extrajudiciais até o final deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Nossos documentos estão se tornando eletrônicos sem uniformização, sem norma. E como o trânsito dessas informações precisa ser integrado, é fundamental padronizar os formatos. Não estamos propondo a última palavra no assunto, mas um pouco de ordem no caos&#8221;</em>, afirmou o juiz auxiliar da Presidência Antônio Carlos Alves Braga Júnior membro da Comissão Especial para Gestão Documental Extrajudicial do CNJ.</p>
<p style="text-align: justify;">Em quinze dias, serão encaminhados questionários técnicos em preservação de documentos físicos e em produção e preservação de documentos eletrônicos que integram a comissão. As perguntas estão sendo elaboradas pelos registradores de imóveis que também fazem parte do grupo e por registradores e tabeliães convidados. São baseadas nas atividades específicas de notas e registro e em questões encontrados no dia a dia de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sistemas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os temas que deverão ser esclarecidos estão, por exemplo, os formatos de documento eletrônico mais indicados para garantir a longevidade de documentos com conteúdo de texto, a resolução mínima da imagem a ser gerada na digitalização de documentos, os sistemas e métodos de geração de cópias de segurança de documentos eletrônicos e físicos e o uso da certificação digital. </p>
<p style="text-align: justify;">As regras para a preservação de documentos físicos e para geração e preservação de documentos digitais do serviço extrajudicial estão sendo discutidas com representantes de entidades de registradores e notários convidados, além dos próprios membros da comissão, há oito meses. Segundo o coordenador da Comissão Especial, o juiz auxiliar da Presidência do CNJ Marcelo Berthe, até o final do ano devem ser normatizados os padrões de emissão, digitalização e guarda de documentos dos cartórios brasileiros, diante das inovações tecnológicas disponíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comissão Especial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Instituída em dezembro de 2010, pelo Conselho Nacional de Arquivos (Portaria N. 94/2010), a Comissão Especial do CNJ foi criada para propor ações de modernização, organização e gestão dos documentos dos cartórios de Registro de Imóveis da Amazônia Legal. As regras para documentos eletrônicos, no entanto, serão aplicáveis a todos os cartórios do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Tais normas deverão estabelecer a convivência de documentos físicos com documentos provenientes de digitalização e documentos produzidos originalmente em formato digital. Também deverão tratar do uso de assinatura eletrônica, datador digital (&#8220;time stamp&#8221;) e padrões que permitam a intercomunicação de bancos de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Espera-se que as novas regras entrem em funcionamento no prazo de um ano após a publicação pelo CNJ, e que elas estejam prontas para publicação até o final do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Integram a Comissão Especial os juízes auxiliares do CNJ, Marcelo Martins Berthe e Antônio Carlos Alves Braga Júnior, o 1º Oficial de Registro de Imóveis de São Paulo e Presidente da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP), Flauzilino Araújo dos Santos; o 5º Oficial de Registro de Imóveis de São Paulo, Sérgio Jacomino; o Coordenador de Preservação da Fundação Biblioteca Nacional, Jayme Spinelli Júnior; a Gerente do Sistema de Informações do Arquivo Nacional, Silvia Ninita de Moura Estevão; o especialista em preservação digital Carlos Augusto Silva Ditadi e a especialista em conservação preventiva Emiliana Brandão, ambos do Arquivo Nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: CNJ</p>
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