Pouco queijo, muitos roedores
Renata Lo Prete registra no Painel da FSP de hoje que o indicado de Lula ao STF, Dr. José Antonio Toffoli, tem uma visão bastante singular dos cartórios.
Aqui vai a notinha:
Quem mexeu… Donos de cartório estão em pânico com a indicação de José Antonio Toffoli para vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal. Na AGU, ele chegou a montar um grupo de estudo para propor emenda à Constituição limitando os ganhos de donos de cartório ao teto do funcionalismo federal.
…no meu queijo. Toffoli defende que, por serem concessões públicas, os cartórios não podem se constituir numa mina de ouro. Os concessionários temem que, se alguma ação questionando os ganhos chegar ao STF, o ex-AGU dê um jeito de fazer sua tese prevalecer na Corte.











Que notÃcia boa………
Ajuda contra a força do coronelismo dos cartórários é sempre bem vinda.
Não fiquem preocupados senhores, apenas peçam para seus filhos estudarem, porque daqui a uns 20/30 anos só será titular (não é proprietário) realmente mereçer e for esforçado.
Desde que renumere de acordo os pequenos, vai passar na sabatina do Congresso. E aÃ, o queijo será repartido.
Passou da hora dos operadores e principalmente os juizes se indignarem com o desprezo do Presidente Lula em relação ao Poder Judiciário. No mÃnimo as associações da magistratura de todos os Estados deveriam repudiar a indicação do advogado do PT para o STF, pois que adianta notável saber jurÃdico se prevalece a amizade pessoal, “aos amigos do rei” vale tudo?
Já faz tempo que cartórios de grandes cidades ganham 10 ou 20 vezes mais que um salário de supremo tribunal de justiça, mas outros que detem o mesmo poder, sabedoria e responsabilidade, em cartório de cidades pequenas, ganham 10 ou 20 vezes menos, portanto se houvesse retenção dos grandes cartórios para renda mÃnima de um magistrado nos pequenos cartórios seria uma grande iniciativa.
Para quem foi reprovado duas vezes em concurso para a magistratura, está de bom tamanho o cargo de Ministro do Supremo.
Eta governozinho danado…
É incrÃvel quando pegam um para Cristo… Enquanto não crucificam, não sossegam!
O que será que querem esconder nessa “caça à s bruxas” dos Cartórios? Que poderes estão nos bastidores?
Que pena!
É uma lástima, que nossas autoridades não se deem o direito de conhecer o nosso sistema de Notas e Registros Públicos,a partir da Constituição de 88, tanto quanto da Lei 8935/94.Como é que um jurista que é proposto, e, se propõe a assumir a mais alta Corte de Justiça do Pais,desconhece o sistema de “delegação” dos Cartórios ? Como pode achar que apenas os seus “rendimentos”, que aliás é de ” pessoa fisica”,devam ser equiparados aos proventos do funcionalismo publico?
Se a visão do futuro ministro Toffoli acerca dos cartórios prosperar, quem sabe ela pague as despesas com materiais, papéis, salários dos prepostos, INSS, FGTS, computadores novos, impressoras, etiquetas, programas (softwares),aluguel do espaço fÃsico do cartório, água, luz, telefone, segurança, etc. etc. etc…Vamos mandar as contas para ele!!!!!!!!!
CONCORDO PLENAMENTE COM O COMENTARIO DO MARCELO VALLI DA FONTOURA e de GLORIA ALICE. SE PAGAR TODAS AS DESPESAS E AINDA SOBRAR UM SALARIO DE MINISTRO, CONSIDERO JUSTO.
A visão de Glória Alice e de Marcelo Valli, são perfeitas. O que me espanta é a ignorância de determinadas pessoas que não compreendem que nosso modelo registral está sendo copiado para o mundo inteiro, inclusive a China. José Antonio Toffoli, advogado do PT, já é ministro e não há nada que a sociedade possa fazer, afinal o REI INDICOU.
A sociedade brasileira prescinde dos serviços cartorários. Além da qualificação do profissional delegado e necessário reorganizar tabelas de emolumentos para evitar o que normalmente vem acontecendo: serviços não confiáveis a preços exorbitantes. Assim, não basta redimensionar ganhos de registradores e oficiais de registro, mas também editar regras gerais para tabela de emolumentos, haja vista que a desqualificação desses profissionais tem desencadeado cobranças desmedidas, em sua maioria descumprindo tabela de emolumentos, as quais não são expostas ao público e quando são requerem conhecimento de regras matemáticas inacessÃvel ao homem médio.
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