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Espanha tem queda no número de registro de bens imóveis

Por Tatiana Cintra
30 abril 2009 16h37m

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Universidade de Zaragoza

A Associação Nacional Mercantil e de Registro de Propriedade da Espanha, em parceria com a Universidade de Zaragoza, acaba de divulgar um anuário, com dados estatísticos, sobre a movimentação dos registros de imóveis espanhóis, durante o ano de 2008, demonstrando queda significativa no número de vendas de imóveis e de solicitações de financiamentos imobiliários.

O estudo apontou que o país contabilizou, ano passado, a emissão de 561.420 registros de bens imóveis. Sendo que destes, 265.015 foram emitidos por conta de vendas de imóveis e 296.405 relativos a novas habitações. Uma significativa redução em comparação a 2007, quando os números alcançaram a casa de 788.518 (sendo, 447.254 de imóveis usados e 341.264 de novos).

No balanço, com relação ao tipo de bem imóvel a que foi concedido o registro, o estudo aponta que 72,28% dos registros se referiram a imóveis residenciais, seguidos pelo de terrenos com 14,18%, comercial com 6,32%, industrial com 3,09%, área agrícola com 2,43% e garagistas e de armazenamento com 1,70%.

O anuário demonstra, ainda, que além da queda na emissão de registros, o valor médio dos novos empréstimos hipotecários, para habitação, teve queda passando de 151.432 mil euros para 142.324 mil euros, com queda na taxa de juros anual de -6,01% e duração média do crédito hipotecário, para todos os tipos de imóveis se situa em 25 anos e 2 meses. Em 2007, antes da crise financeira mundial, o índice médio de juros teve tendência de alta e não de queda, com aumento de 5,22% e o tempo médio da hipoteca era de 25 anos e 11 meses.

Publicado por: Imprensa ARISP




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ISSN: 2175-1595